Um dia você verá
Nada vale a pena
Quando você troca você
Pelo que acham de você
A brincadeira é entender
Que todos têm algo a esconder
Espanto-me, com tanto pranto
Quando se poderia rir
De tudo que se pode sentir
Queria realmente saber
Se você seria assim, se pudesse escolher
Seres sem passado
Seres sem vergonha
Seres estranhos
Que nunca chamamos de humanos
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Mudar
É a morte do velho
O nascimento do novo dia
É tomar a estrada sem volta
É escolher ir e não ficar
É se permitir sentir a saudade
Do seu antigo mundo
É saber que ira chorar numa segunda feira fria
Ao se lembrar de quando era outro
É saber que jamais saberá o que vem pela frente
É sentir mais do que ver
É acreditar na invisível possibilidade de vencer
É viver sem chão, sem segurança
É desistir do conforto
Do prazer de nada fazer
É se permitir ser feliz
E atender ao chamado da alma
Que clama pela vida, que clama pela gloria
É alimentar a esperança de um dia a paz encontrar
É acreditar que um dia amarei você
O nascimento do novo dia
É tomar a estrada sem volta
É escolher ir e não ficar
É se permitir sentir a saudade
Do seu antigo mundo
É saber que ira chorar numa segunda feira fria
Ao se lembrar de quando era outro
É saber que jamais saberá o que vem pela frente
É sentir mais do que ver
É acreditar na invisível possibilidade de vencer
É viver sem chão, sem segurança
É desistir do conforto
Do prazer de nada fazer
É se permitir ser feliz
E atender ao chamado da alma
Que clama pela vida, que clama pela gloria
É alimentar a esperança de um dia a paz encontrar
É acreditar que um dia amarei você
segunda-feira, 1 de junho de 2009
O desespero
Já não espero mais nada
Alem de minha própria solidão
Já não desejo nada
Alem de mim mesmo
Sou um derrotado
Um soldado ferido
Um guerreiro desarmado
Um cavaleiro sem cavalo
O poeta que já não declama mais
Seus pobres versos
Sou um covarde, um vil egoísta
Que só deseja salvar sua breve vida
Sou tudo o que não amei
Tudo o que não esperei
E sou assim por apenas um segundo
Sou assim por um breve instante
Um instante que eu preciso
Para conhecer um pouco mais de mim
Um pouco mais de nós
Um pouco mais de você
Alem de minha própria solidão
Já não desejo nada
Alem de mim mesmo
Sou um derrotado
Um soldado ferido
Um guerreiro desarmado
Um cavaleiro sem cavalo
O poeta que já não declama mais
Seus pobres versos
Sou um covarde, um vil egoísta
Que só deseja salvar sua breve vida
Sou tudo o que não amei
Tudo o que não esperei
E sou assim por apenas um segundo
Sou assim por um breve instante
Um instante que eu preciso
Para conhecer um pouco mais de mim
Um pouco mais de nós
Um pouco mais de você
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