segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mudar

É a morte do velho
O nascimento do novo dia

É tomar a estrada sem volta
É escolher ir e não ficar
É se permitir sentir a saudade
Do seu antigo mundo

É saber que ira chorar numa segunda feira fria
Ao se lembrar de quando era outro

É saber que jamais saberá o que vem pela frente
É sentir mais do que ver
É acreditar na invisível possibilidade de vencer
É viver sem chão, sem segurança
É desistir do conforto
Do prazer de nada fazer

É se permitir ser feliz
E atender ao chamado da alma
Que clama pela vida, que clama pela gloria
É alimentar a esperança de um dia a paz encontrar
É acreditar que um dia amarei você

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