É a morte do velho
O nascimento do novo dia
É tomar a estrada sem volta
É escolher ir e não ficar
É se permitir sentir a saudade
Do seu antigo mundo
É saber que ira chorar numa segunda feira fria
Ao se lembrar de quando era outro
É saber que jamais saberá o que vem pela frente
É sentir mais do que ver
É acreditar na invisível possibilidade de vencer
É viver sem chão, sem segurança
É desistir do conforto
Do prazer de nada fazer
É se permitir ser feliz
E atender ao chamado da alma
Que clama pela vida, que clama pela gloria
É alimentar a esperança de um dia a paz encontrar
É acreditar que um dia amarei você
Nenhum comentário:
Postar um comentário