Eu sou o fogo do whisky
A nevoa que escurece o olhar
Sou o desejo proibido
Por alguém encontrar
Sou algo alem de você
Sou muito mais que nós
O que sei é muito pouco
O que aprendi, aprendi demais
Sou a confusão da paixão
Enegrecida pela dor da solidão
A certeza perdida
Entre o sim e o não
Sou criado pela sua paixão
E reflito a sua solidão
Sou teu espelho
Tua sina em si mesmo
Sou eu ou sou você
E sozinho me encontro
Nas certezas do não saber
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
domingo, 6 de dezembro de 2009
The End
Eu poderia gritar
mas o fim pede o silencio
Eu poderia dançar e cantar
mas o fim pede a sobriedade
Eu poderia, mas não vou
não é a palavra do fim
e assim eu rodopio num ritual antigo
e clamo pelos deuses ancestrais
para que fortaleçam a minha alma
e me façam voar para novos lugares
que reforcem os meus laços
para que nunca mais eu esqueça quem eu sou
Sou o menestrel dos mares
o poeta esquecido
aquele que nunca foi chamado
que nunca foi perdido
sou tua ferida que arde
sou tua garganta que esquenta
sou teu desejo
aquilo que te acalenta
então que venha o fim
e para ti eu digo não
mas o fim pede o silencio
Eu poderia dançar e cantar
mas o fim pede a sobriedade
Eu poderia, mas não vou
não é a palavra do fim
e assim eu rodopio num ritual antigo
e clamo pelos deuses ancestrais
para que fortaleçam a minha alma
e me façam voar para novos lugares
que reforcem os meus laços
para que nunca mais eu esqueça quem eu sou
Sou o menestrel dos mares
o poeta esquecido
aquele que nunca foi chamado
que nunca foi perdido
sou tua ferida que arde
sou tua garganta que esquenta
sou teu desejo
aquilo que te acalenta
então que venha o fim
e para ti eu digo não
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